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3° SESSÃO DUNGEON WORLD

Nessa 3° sessão infelizmente não contamos com a presença de um dos jogadores. O Paladino ficou com um destino incerto dentro ...







Nessa 3° sessão infelizmente não contamos com a presença de um dos jogadores. O Paladino ficou com um destino incerto dentro desse nosso capitulo. Esperamos realmente que ele jogue a próxima aventura para que o pior não se concretize. E sim? Estou tentando escrever as sínteses com menos de 3500 palavras.


3° Sessão
(AS AMAZONAS)

Após um revigorante banho os três resolveram acampa no local. Os Vales das Termas era todos neutros e eles haviam extirpado o mal que assolava o lugar. Muito embora não encontrassem os cavaleiros da Rainha do Gelo eles solucionaram o caso da guarda pessoal de Leide Hannah Pussy. Além disso, o calor agradável do local tirava toda presa de encara à fria jornada de volta. Eles adormeceram na agradável temperatura quente do Vale.  Erik acordou com uma cutucada em seu peito. Era uma mulher que estava sobre ele apontando duas espadas. No susto ele fez menção de se levanta mais ela o manteve indefeso deitado. Hawke e Thor despertarão e se depararam com a peculiar cena.


—Mais olha só que sorte a minha. —disse ela. —Se não é o próprio Black Falcon em pessoa. Nem pensem em levanta, ou esse aqui morre.

—Quem é essa mulher Hawke? Você conhece? —indagou Thor.

—Mulher eu não te conheço. O que quer comigo?

—Então acertei em cheio. Você realmente é ele. Parece que suas façanhas o precedem, mais olhando daqui não parece grande coisa.

Hawke e o Bárbaro se levantavam rapidamente quando notaram a aproximação de outras armadas.

—Nissa. O que esta fazendo? Bem sabe que o Vale das Termas e neutro e não atacamos homens em desvantagem. —disse olhando para o Guerreiro e Paladino que estavam sem armadura já que acabavam de levantar.

Elas estavam sujas de sangue como se tivessem tido uma batalha a noite ou naquela manha, não sabiam dizer, provavelmente tinham dormido mais que deviam. Ela olhou bem para Hawke e escamou.


—Pelos Espíritos da floresta! Black Falcon?

—Parece que você também me conhece. Então sabe do que sou capais. Espero que se expliquem. —disse em tom ameaçador

—Correção. Conheço o nome do homem que leva essa espada e o irmão dele. Um grande guerreiro devo dizer. — e todas balançaram a cabeça em sinal positivo se entreolhando.

Após o clima ficar ameno ela contou que todos os povos de varias raças e reinos estavam se juntando a leste em uma fortaleza chamada Aliança de Ferro a fim de se preparar para o combate eminente das forças do Norte. O irmão de Hawke estava entre eles. Elas mostraram o elmo de um dos cavaleiros da Rainha de Gelo e disse que tinham matado todos nessa madrugada, sem baixas. Contou que sabiam que eles estavam a servido de Leide Hannah a qual tinha uma rixa com as amazonas deis que essas mataram seu marido há uns dois anos atrás. Pediu que eles se juntassem a causa mais eles ainda estavam em missão. Sonja era uma líder sabia e pediu que eles persuadissem a Leide a esquecer das desavenças e mandar um destacamento para o Leste a fim de ajuda-los na contenção das forças da Rainha do Gelo. Algo maior que eles estava vindo, e todos deveriam se juntar. Pediu que entregasse um pergaminho a ela caso resolvesse esquecer aquilo tudo. O Guerreiro perguntou por que elas mesmas não entregavam mais essas também estavam em missão e não sabiam se os orcs do domínio à frente estavam em trégua como os demais. Fora isso elas achavam Leide Hannah Pussy uma traidora e só estavam fazendo isso em nome da Aliança de Ferro. Hawke disse que não seria problema e se ambos estavam em missão deveriam se separa.

—Pois bem. Se ela aceita entregue o pergaminho e vá ate nossos domínios que ela sabe onde ficam. Apresente o pergaminho e a trégua será selada. Encontraremos vocês um ou dois dias depois que chegarem lá.

Elas se afastaram e procuraram umas das termas próximas e sem nenhum pudor entraram nas quentes águas nuas. Duas delas apareceram de cavalo pelos francos e os deixaram com eles juntamente com algum mantimento. Eles perceberam que se elas quisessem eles acordariam nos portões da morte sem nem mesmo saber o que tinha acontecido. Eles vestiram as armaduras e se retiraram deixando o quente Vale com as belas amazonas para traz.

Os três dias passaram e eles voltaram ate os domínios orcs. Esses já estavam fazendo formações montados e em seus lobos gigantes, outros corriam de um lado para outro enchendo carroças não pareciam se importa com a presença dos três. O velho orc de antes veio sorrindo balançando a cabeça. Ao lado dele estava uma criatura que Hawke havia ouvido falar apenas em contos de bardo. Eram chamados de povos da floresta, tinham chifres e a parte inferior do corpo lembrava a de um bode.

—Então vocês sobreviveram humanos. Devem ser realmente grandes Guerreiros.

—Unira nossas forças com Leide Hannah para enfrenta a Rainha de Gelo?—perguntou Hawke.

—Não com ela humano. Não confiamos em sua Leide. Mas esse é Karont e ele nos falou que nossos irmãos de outros clãs estão se unindo em uma Aliança. O clãn Lobo do Gelo não ficara de fora. Uniremos nossas forças.


—Você não seria O Quebrador de Ossos?—Perguntou Karont para Thor Bijorn.

—Eu quebro muitas coisas, incluindo ossos. —e deu uma grande gargalhada.

—Então é você que ela procura. Ela estaria aqui se soubesse que já esta no Norte.

—Ela quem homem..., coisa..., ou seja lá o que você é?

—Você saberá quando a vir. —disse rindo. —Ela é de minha raça e carrega um martelo.

—Então aqui nos separamos humanos. Meu clã e eu estamos de partida. Que nossos caminhos voltem a se cruzar em uma batalha gloriosa contra a Rainha do Gelo.

Eles ainda caminharam alguns dias ate chegarem à cidade de Káchima. O mesmo ar mórbido estava no local. Dessa vês eles viram algumas gaiolas com pessoas moribundas do lado de fora dos muros.
Quando indagaram alguns diziam que eram ladroes outros delatores e alguns poucos traidores. Chegaram aos portões do castelo e os guardas perguntaram por Samuel que não tinha voltado. Ao explicar que esse avia sido morto alguns guardas sentiram pena do amigo, mais Black Falcon disse; “Não sintam pena dele. Ele morreu bravamente cumprindo com seu dever. Vocês conhecem uma melhor forma de morrer?”. Eles balançaram cabeça e deixaram eles entra. Esperaram mais ou menos uma hora ate poderem falar com Leide Hannah. Eles entraram no salão e encontraram-na sentada agora em seu trono com um baú a seus pés.

—Que bom que voltou em segurança Hawke. O que aconteceu?

Após conta o ocorrido ele mostrou o elmo e a espada do comandante que foi checada por um dos guardas.

—Uma lamentável perda, mais como prometido aqui esta o pagamento de vocês. —e com um gesto de mão um dos guardas pegou o baú e levou ate eles abrido. O Bárbaro fez questão de aliviar o peso do pobre guarda retirando baú de suas mãos.

—Encontramos também umas amazonas no local. Elas dizem ser do lado de cá.

—Espero que vocês tenham tirado a vida delas também. Poderia ate lhes da um extra por isso.

—Não, elas fazem parte da Aliança de Ferro e querem que Leide Hannah junte-se a elas. Esquecendo assim o passado.

—Gostaria de fazer parte da aliança mais se mandarmos soldados as que ainda estão aqui poderão nos atacar e não terei como protege meu povo.

O Paladino que ate agora estava quieto falou.

—Minha Leide elas querem fazer uma trégua com Káchima. Esquecer o passado e pensar no futuro a fim de enfrentar a Horda eminente que chegara do Norte. Caso aceite elas deram um pergaminho de salvo-conduto e pedem que seus mensageiros o levem e digam sua decisão. Eu mesmo faço questão de acompanha-los para garanti suas seguranças.

—E quem garantira a sua? — ela respondeu. —Mandarei um pequeno e seleto contingente com você assim elas não acharam que é um ataque ou algo do gênero. Agradeço-lhe Paladino. —mostrando que apesar de não conhece-lo reconheceu o símbolo heráldica no peito de sua armadura como sendo de um cavaleiro sagrado.

Na manha seguinte Erik saiu escoltado pelos cavaleiros. Hawke ainda não acreditava que seu irmão havia se juntado a causa. Ele era fraco e covarde, sempre preocupado com a fazenda dos pais. Muito embora já fizessem mais de três anos que não os via. Nesses pensamentos viu uma criança de seus quatro anos correndo pelo pátio do castelo se escondendo do pajem. Curiosamente Hawke achou muito parecido com seu irmão. Quando o rapaz que corria atrás dele o chamou de; “Lorde Tebas” Hawke sentiu um desconforto, Tebas era o marido de Hannah. Porem a idade e as feições familiares, Hawke fez contas e começou a pensar que talvez ele pudesse ter deixado muito mais que uma amizade em Káchima. À noite eles comeram e beberam muito bem, alguns guardas estavam apreensivos, outros excessivamente alegres. Hawke deixando se levar pelo vinho tentou levantar a moral.

—Não temam meus amigos. Tudo acabara bem com as amazonas. Durmam tranquilo.

—Mais durmam com um olho aberto. Ouvi dizer que elas tem uma faca e gostam de corta coisas entre as pernas dos homens.—disse Thor rindo pegando uma garrafa de vinho e saindo do local.

—Ele esta brincando. Amanha tudo acabara bem, vocês estarão em paz novamente.

—Sim. —respondeu um deles. —Depois dessa noite aquelas putas nunca mais vão nos encher novamente.

Ao ouvi isso um dos guardas foi ate o soldado que havia bebido e fado demais e o retirou dali. A mesa foi se esvaziando envolta de Hawke sem que esse percebesse o ocorrido. Só estava pensando no garoto e se realmente poderia ser o filho dele. Não entendia direito porque isso agora, já que nunca se importava com o que acontecia com as mulheres que se deitou no decorrer de sua vida. Talvez fosse a lembrança de seu irmão e seus pais. Uma lembrança familiar que de certa forma fez com que ele sentisse falta de uma família que fosse realmente sua. Entregue a esses pensamentos inebriados pelo álcool, ele se levantou e resolveu ir ate onde os aposentos de Leide Hannah.

Do lado de fora Thor Bijorn atravessou os portões do castelo que davam para a cidade. Os guardas nem fizeram menção de para o enorme bárbaro que vez ou outra cambaleava enquanto dava um gole na garrafa de vinho em sua mão. Ele sempre se sentia meio forasteiro, mesmo quando as pessoas não lembravam isso a ele e apesar de gostar de uma boa bebida e comida, por vezes ele se afastava de convenções do mundo civilizado.
Caminhou por aquela cidade onde o medo poderia ser sentido. No inicio achou ser com ele mais andando mais um pouco viu também dentro do castelo muitas daquelas gaiolas. Corvos tiravam nacos de carnes de corpos já em putrefação outras tinham esqueletos e em outras pessoas tão fracas que ele não tinha certeza se estavam vivas ou mortas. Mais uma das gaiolas chamou sua atenção pairando acima dele estava uma mulher daquela tribo de amazonas que mesmo estando fraca cuspiu em sua direção.

—Parece que a puta da Leide Hannah deixou um de seus cãezinhos sair.


—Do que esta falando mulher. Por acaso quer que eu acabe com seu sofrimento?

—Não. Prefiro morrer definhando aqui e servindo de comida para os corvos que pedi algo para um traidor.

—Por que me chama assim mulher? Depois dessa noite terá paz entre os dois povos. Suas irmãs mesmo nos pediram para ser porta voz da trégua entre vocês. —respondeu indignando Thor pelas aquelas injustas acusações. Nunca entendia muito bem os modos da politica e diplomacia. O modo da lamina de matar, pilhar e destruir lhe era muito mais familiar. Entretanto ele confiava no discernimento de seus amigos e tinha a nítida convicção que não tinha feito nada de errado.

—Pelos Espíritos da floresta! De todos os homens que tinham que parar aqui tinha que ser um com pouca inteligência. Você não percebe que ela ira nos trair? Não viu o número de guardas que saiu para um simples acordo diplomático? Será um massacre. Solte-me e mede um cavalo para que eu possa avisar minhas irmãs.

Talvez fosse pelo efeito do álcool ou ele fosse realmente burro para entender oque acontecia debaixo dos panos da politica palaciana. Ele tinha que falar com Hawke. Ele sim saberia o que estava acontecendo e poderia compreender melhor aquela informação. Ele virou o cavalo e disse; “Não saia daí”.

—Covarde! Traidor! Eunuco! Não é homem de verdade. Você não tem nada entre as pernas. —gritava a mulher enquanto Thor se distanciava de volta para o castelo.

Demostrando claramente que ele estava com sinais de embriagueis Hawke chega ao corredor do quarto de Leide Hannan. Um dos guardas que já conhecia Black Falcon e percebendo seu estado foi logo se aproximando e indagando do mesmo o que queria. Uma disputa de diplomacia ocorreu entre ambos com Hawke atacando e o guarda gentilmente se esquivando das ébrias palavras do Guerreiro. Por fim Hawke se deu por vencido ao lembrar-se do seu passado quando servia, um bom soldado sempre cumpre uma ordem superior. Ele balançou a cabeça positivamente se dando por vencido e deixou o local. Parecia que aquela noite o passado estava lhe perseguido. Todas as suas ações e escolhas anteriores estavam vindo à tona e nem o álcool conseguia faze-lo esquece ou dar-lhe algum conforto.

Thor achou seu amigo andando sozinho no pátio mais quando ia começar a falar esse despejou todas as sua duvidas sobre o possível filho. Ele escutou tudo pacientemente dando goles em sua garrafa e quando Hawke finalmente acabou e olhou para ele esperando algum conselho esse só conseguiu rir. Thor nunca pensou nas sementes que havia plantado nas mulheres que conhecera, possivelmente alguma deva ter germinado mais ele não se importava com esse tipo de coisa. Antes que seu amigo se ofendesse contou a suposta historia da traição. O Guerreiro lembrou que o Paladino estava com eles e não deixaria que nenhuma injustiça acontecesse. Bijorn percebeu que seu amigo estava mais bêbado que ele em cogitar nas habilidades de Erik para esse tipo de coisa. Geralmente ele não se importaria com os jogos de poder dos homens do Sul mais como envolvia uma tribo parecida com a sua ele iria a fundo nessa historia.

—Estou com você, mais não sabemos como chegar aos domínios das amazonas Bijorn.

—Mais eu sei quem sabe. Vamos pega os cavalos. —e saíram em direção à gaiola da amazona.

La chegando eles ainda tiveram que ouvi varias ofensas, algumas ate o Guerreiro nem sabia o real significado mais pela entonação e a cara de Bijorn não eram coisas boas. Ela não acreditou a principio na ajuda deles, achou que era alguma armadilha mais no fim resolveu arrisca para salva a vida de suas irmãs. Pediu um cavalo só para ela, pois se recusava ter que dividi um com eles. Cansado daquela conversa e pensando na remota possibilidade de ter sido traído por Leide Hannah Black Falcon gritou; “Basta”! E com sua espada abriu rapidamente a gaiola fazendo com que a mulher caísse sentada no cavalo a frente do Bárbaro. Apesar da obstinação da mulher Thor percebeu que ela estava magra e fraca. Seus ombros e braços estavam mais finos que o normal e ela tremia de frio. Ele perguntou seu nome e ela respondeu que era Lamina, então ele esticou seu manto sobre ela para aquecê-la e essa tomou dele o odre e deu uns goles. Saíram da cidade sem chamar a atenção e cavalgaram rápido seguindo os rastos deixados por um numero realmente grande de cavalos.

O sol já tinha nascido e a amazona achou prudente eles irem numa rota alternativa que ladeava os domínios para evitar encontra os cavaleiros de frente. O terreno era mais fechado mais foi possível segui a cavalo. Uma meia ora depois eles ouviram um grande numero de cavalos se afastando a galope pela trilha principal e temeram pelo pior. Quando chegaram ao local eles ficaram surpresos por perceber que era um antigo forte de pedra construído há muito tempo. Possivelmente um dos primeiros fortes de um ponto avançado de Káchima ou outra cidade antes de serem engolidos pela floresta e reivindicado pelas amazonas. Subiram por uma escada de pedra escondida lateralmente por onde era possível ver o lado de dentro. A quietude do lugar e a falta de sentinela fazia a garota subi mais rápido, ate que no topo ela viu. O pior havia acontecido.

Da parte de cima era possível ver todas mortas, alvejadas covardemente por flechas em varias partes do corpo. No portão viram o paladino com a cara no chão em uma poça de sangue. A amazona deu um grito tão forte que ecoou por vários quilômetros dentro da floresta fazendo as aves voarem, então desmaiou sendo amparada por Bijorn antes que caísse. Desceram e viram que seu amigo estava logo na entrada ainda com o pergaminho na mão e uma adaga fincada covardemente em suas costas.
As primeiras amazonas estavam com mais flechas mais em geral as outras estavam com uma apenas. Ao observa os ferimentos e cheira uma das pontas de flecha viram que todas estavam envenenadas. Foi o ato mais covarde que o Quebrador de Ossos já tinha visto. Além da traição e não ter coragem de enfrenta-las frente a frente ainda usaram veneno. Um ato vil e covarde concordou Hawke, e apesar de não ter coragem de admitir não conseguia acreditar que Leide Hannah havia ordenado aquilo.

A garota acordou e mostrou onde ficava os remédios para tratar Erik que milagrosamente ainda se agarrava a vida. Sua cota de malha tinha absorvido o impacto mais ele tinha perdido muito sangue e não sabiam se ele conseguiria sobreviver. Reuniram depois os corpos lado a lado retirando as flechas. Uma trompa soou na parte da tarde e Lamina correu para abri os portões para as amazonas que chegavam. A visão de suas irmãs enfileiradas e mortas fez com que algumas delas entrassem em fúria e fosse atacar Hawke e Thor. O Guerreiro nem sacou a espada, apenas desviava os golpes com seu escudo, sentiu ele trinca tamanha a força do impacto do machado. Uma estava com espada e o acertou no peito fazendo sua armadura faísca com a passagem rápida daquela lamina. Bijorn desviou o ataque de uma levantando seu martelo mais a outra foi mais rápida e cravou em seu peito a lamina. No reflexo sem martelo já vinha baixando sobre a cabeça da mulher mais seus olhos se encontraram e ele sessou seu movimento. Foi por dor, mais não a dor da lamina em seu peito. Foi por raiva, mais não pelo golpe que tinha levado. Foi por ódio, mais não pela amazona. Os três sentimentos que ele conhecia muito bem e via claramente nos olhos daquela mulher, os quais ele também compartilhava naquele momento.

—Parem! Eles não são culpados. —gritou Lamina. E todas pararam e olharam para sua líder que ainda estava parada tentando entender aquela sena.

Bijorn caiu de joelhos quando a lamina saiu de seu corpo jorrando sangue no rosto da mulher. Hawke foi ajuda-lo e o levou para tratar do ferimento. À noite depois das explicações elas construíram uma enorme pira no pátio e cremaram as irmãs. Seus rituais fúnebres envolviam lutas de espada com sangue, sacrifícios de cavalos e banhos com o sangue.  Para Black Falcon era tudo muito... bárbaro, mais para Thor fazia um total sentido. No dia seguinte todas queriam vingança e atacar Káchima e matar a traídora e extirpa toda a sua linhagem do mundo. Hawke falou da criança e de suas suspeitas mais mesmo essas não foram levadas em consideração. Thor chamou seu amigo e disse.

—Podemos atacar o castelo, matamos todos que não quiserem se unir a nos. Libertamos o povo e tomamos o lugar.

Conforme ele ia ouvindo seu amigo ele sentia algo diferente, era como se o tempo parasse e ele revisse cada cena de Káchima com mais atenção deis do primeiro dia que chegaram. O medo das pessoas, a apreensão dos soldados, a felicidade de Samuel ao lembra-se de um passado que para os soldados parecia distante. A frieza de Hannah, o cuidado de alguns soldados embriagados serem tirados de perto deles, as gaiolas com pessoas do lugar e acima de tudo a dedicação do bom soldado a cumpri a ordem dada pelo seu superior. Ele sentia aquela inspiração superior, percebeu mesmo eles não gostando do novo modo de governo iriam lutar ate a morte.

—Não meu bravo amigo. Existem coisas que fogem ao seu conhecimento por não ter servido a um Lorde ou força militar. Ela se chama honra. E mesmo eu querendo honrar as amazonas traídas covardemente apenas dor encontrará se tomarmos esse caminho.—e Thor se calou ante ao argumento de Hawke e olhou para a líder das amazonas. 

(...) Muitos nomes entraram para historia durante as batalhas da Aliança de Ferro incluindo a líder das Amazonas, Sonja. Sua liderança e façanhas com seu garanhão negro durante a batalha do Vale e Gelo é recontada ate hoje envolta das fogueiras dos povos bárbaros, em frente das lareiras de tavernas ou mesmo nos grandes salões dos Nobres e Reis. Mais seu maior feito foi abrandar a fúria em seu coração e seguir em frente.
Do Livro Aliança de Ferro
De Adamaduro San, Bardo e Menestrel.

—Existe algo maior que nossa vingança. A sobrevivência das raças do mundo depende de cada individuo e não podemos da ao luxo de pensar em nos mesmas. Leide Hannah terá o que merece, pode não ser hoje ou amanha. Mais tenho fé nos Espíritos das Florestas ou mesmo os seus Deuses não deixaram essa vil traição passar em branco. Quem planta chuva colhe tempestade. Deixem que ela fique com essa terra maculada pelo sangue da traição e que se engasgue com a própria culpa. —e após uma longa pausa completou. —Arrumem as coisas. Vamos para o Leste.



FIM DA 3° SESSÃO
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