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2° Sessão de Dungeon World

Entrou mais um jogador e pegou o paladino. Acho que ele vai ser o que vai evoluir primeiro já que em DW se recompensa com XP as fal...







Entrou mais um jogador e pegou o paladino. Acho que ele vai ser o que vai evoluir primeiro já que em DW se recompensa com XP as falhas no dado. Regras da casa; com 12+ você faz algo épico dentro da ficção muitas vezes narrado pelo próprio jogador. Se tirar um 6 6 no dado uma manifestação divina ocorre e tirando 1 1 uma demoníaca. Podendo variar de coisas sutis ate a aparecimentos de anjos e demônios para o personagem que tirou. Acontecendo isso se ganha um ponto de destino. Ele pode ser usado por todos e serve para uma nova rolagem de dado, diminuir um dano a 1 ou influenciar na narrativa diretamente com a permissão do narrador. O grupo não pode ter mais pontos de destino que o número máximo de jogadores.


2° SESSÃO
(Força Divina)



Ainda que o mundo esteja morrendo ante a própria sorte e corrupção pelos Deuses, ainda a aqueles que acreditam na piedade divina. Erik sempre fora uma criança distante e introvertida, seus pais achavam que ele não iria passar no teste em sua adolescência. Mais a verdade era que ele nunca estava realmente sozinho, existia uma voz em sua mente. Essa voz lhe dizia para ir a lugares calmos de reflexão tirando Erik dos que ocorriam algum problema ou calamidade. Sua vila ficava perto de um bosque cujos animais aviam sentido a corrupção do mundo, alguns morreram, fugiram ou mudaram. Uma dessas mudanças ocorreu com um dos ursos do loca que ganhou características demoníacas e um estranho apetite por carne humana. Quando o jovem voltou para vila viu a destruição e morte que a criatura corrompida avia causado. A voz o incentivou a caça-la e quando ele disse que iria vinga-los todos riram, mesmo assim ele saiu seguindo o rastro. Ao encontra o covil ele sentiu medo, foi quando o dono da voz apareceu. Era um anjo mandado por uma entidade que se denominava de Deus Único e o imbuiu de forças nunca antes sentida. Quando ele retornou para casa com a cabeça do mostro todos festejaram e notando nele certo ar divino.


O tempo passou e ele acabou se tornando a mão que segura a lamina da justiça do Deus Único. Não se escolhe ser um paladino, você é escolhido. Muitas foram suas aventurasse desventuras pelo mundo, nem todos estavam dispostos a ouvi à palavra, mesmo quando eram salvos. Ele migrou cada vez mais ao norte, seguindo a sensação de mal e corrupção que aquela direção emanava. Na maioria dos lugares não existe uma linha circunscrita entre Norte e Sul, quando ele percebeu já estava no Norte pregando para vilarejos e tribos nômades. Os bárbaros como eram chamados no Sul não eram tão diferentes dele naquela parte além da adaptação ao clima e força natural para resisti a vida nômade. Ouviu historias de um Bárbaro, chamado por Thor para alguns, Bijorn para outros e o Quebrador de Ossos por aqueles que viram ele libera sua fúria com seus martelos. Em uma de suas jornadas o Paladino buscou abrigo em um grupo nômade que tinham homens e orcs juntos, eram uma tribo nômade mista que voltavam de um de seus saques a outra tribo. Ele ficou horrorizado quando viu as escravas sendo estupradas, tentou argumenta mais foi logo detido e amarrado junto a uma rocha. Durante a noite ouviu gritos e sons de luta, logo depois viu à explosão iluminando a noite e tudo se escureceu.

***

Deixando a Fronteira orc, Hawke e Thor Bijorn seguiram por uma parte de tundra por três dias. O cavalo de Hawke não aceitou levar Thor, na verdade ele ficou arredio o tempo todo que estava na presença do Bárbaro e esse teve que andar o longo caminho. À noite eles ouviram lobos mais mesmo esses não se aproximavam da dupla. Era como se Bijorn ficasse maculado durante aqueles dias depois de enfrenta o demônio de gelo. A manha do quarto dia amanheceu nublada, mais fria que a dos dias anteriores. O vento era de frente e o Guerreiro se aconchegava em seu manto preto em cima do cavalo em quanto Thor andando logo atrás ficava em posição a usar o animal como uma proteção. Depois de atravessar a tundra chegaram a uma parte de floresta e as arvores faziam uma barreira natural contra o vento. Após alguns minutos floresta adentro o Bárbaro percebeu que estava tudo quieto demais, em geral deveriam ouvi sons de pássaros ou avista algum outro animal. Mas afrente eles viram arvores queimadas e algumas caídas. Observando o perímetro de cima do cavalo Hawke observou que a posição delas eram quase uma meia lua e as que estavam caídas vinham na direção deles. Talvez tenha sido uma explosão, já que elas estavam de uma forma não natural.


Seguindo na direção da suposta explosão as arvores ficavam mais escassas ate eles encontrarem uma clareira perfeitamente circular. Aviam corpos de homens e orcs. No centro uma enorme mancha negra já começando a ser tampada pela neve que caia. Thor saiu observando os corpos, as tatuagens dos homens não eram iguais as de sua tribo. Black Falcon ou viu um gemido e ao olhar viu um homem de armadura amarrado em uma rocha que estava preta do lado onde supostamente havia ocorrido a explosão. Ele ajudou o homem a senta e cortou as cordas de seu pulso. Quis saber quem ele era e o que ocorrera ali. O Paladino balbuciou rapidamente o que se lembrava, não acreditando no que estava vendo ao olhar para os lados. Ele levantou seu elmo para olhar para todos aqueles mortos.

—Mais o que causou essa explosão? Eles lutavam contra quem?—indagou Hawke

—Não sei..., direito. Acho que desmaiei. Não dava pra vê.

—Então você é o único com sorte. Todos estão mortos. —falou o Thor agora se aproximando do homem.

Ao velo, Erik percebeu na hora de quem se tratava. O Quebrador de Ossos Thor Bijorn. E nesse momento as nuvens se abriram e a luz morna do sol da manha bateu em seus rostos. Descendo pelo raio de luz um ser alado com dois pares de asas. Palavras não foram pronunciadas, tamanho era a fascinação que tal cena causava. Um anjo, um enviado dos Deuses era o que as antigas histórias contavam. Ele tinha armadura completa dourada e seu rosto não podia ser visto por de trás do elmo. Suas asas eram de fogo e sua voz como um trovão na tempestade ecoando por todo o lugar.


—Não temam mortais. Sou o enviado do Deus Único e não quero seu mal. Erik levanta-se e siga ao lado de Thor Bijorn. Ele o ajudara a completar seus objetivos, caso você seja digno de tal. Vão agora. E caso sucumbam e atravessem o véu de cinzas da morte, descobriram se do lado de cá são mesmo os contos que os mortais cantam ou se vocês serram as lendas daqueles que um dia irão contar.

Ele para alguns metros acima dos três e levanta sua lança. Uma luz brilhante da ponta os ofusca e com uma rajada de ar quente ele desaparece levando os corpos de todos os mortos que estavam no local. Demorou alguns minutos ate que alguém conseguisse formular alguma palavra. Erik era o que parecia estar menos surpreso e o aparecimento do anjo só aumentava mais a sua fé. Hawke parecia ser o mais abalado devido a sua descrença nos Deuses. Seria possível que eles realmente existissem? Sempre achou conversa de bardo ou de velhos excessivamente perto da morte. O Quebrador de Ossos foi invadido por sentimentos conflitantes de amor e esperança, emoções que ele achava não ser possível para um homem. Percebeu que começava a suar pelos olhos e fungando tentando disfarça falou alto.

—Eu o ajudarei homem, já que é o que os Deuses querem. — e seguiram os três com uma estranha alegria como se fossem velhos amigos.

Uma noite passou e todos dormiram muito bem. Sonhando cada um na sua melhor lembrança do tempo de criança
Na manha seguinte estavam revigorados e voltaram a caminhar. À tarde perceberam que a floresta estava mais quente e alguns quilômetros à frente encontraram um dos Vale das Termas. Eles eram oásis naturais no Norte onde existiam águas quentes e a floresta que ficava dentro lembrava a do Sul. Em geral os Vales eram território neutro entre as tribos. Do seu cavalo Hawke viu um brilho. Era uma armadura da guarda pessoal de Leide Hannah. Eles desceram por uma parte não muito íngreme e após alguns minutos escutaram alguém correndo em sua direção. Era uma bela mulher, assustada e com alguns cortes pelo corpo. Ajoelhou e abraçou as pernas do paladino talvez percebendo o seu símbolo religioso no peito de sua armadura. Ela disse que foram atacados por demônios e esses mataram todos, tanto os batedores da Rainha de Gelo como os soldados de Leide Hannah. Uma súcubos era a líder e se encontrava na gruta onde era possível ver o fogo liquido. Eles resolveram descer para solucionar o caso de vez.

Quanto mais desciam no vale era possível ver as arvores mais verdes e o vapor vindo dos lagos de aguas quentes. O Bárbaro tirou todas as peles do dorso ficando apenas com seu sinto onde apoiava os martelos e sua sunga. O calor fez com que Hawke sentisse saudades de sua terra natal no Sul e Erik só pensava em erradicar o mal daquele belo lugar. Na entrada da gruta viram a armadura e perceberam ser mesmo da guarda pessoal de Leide Hannan, mais ela estava vazia. Apesar do medo a mulher entrou agarrada em um dos braços do Paladino que mostrando confiança foi o primeiro a entra na quente e pouco iluminada gruta. Eles logos perceberam que era uma espécie de túnel natural e descia cada vez mais fundo. Logo a frente ele se abria e podia-se ver luz de tochas refletindo nas paredes. Ao entrar no lugar Erik só teve tempo de empurrar a mulher e se jogar em cima dela para se esquivar do golpe de uma espada. Um ser de elmo levantava a espada para da o golpe derradeiro no Paladino caído.

Black Falcon com grande velocidade sacou sua enorme espada e tentou aparar o golpe, foi nesse momento em que todos sentiram aquela presença poderosa. Apesar de não poder ver eles podiam senti o poder divino. Hawke viu uma mão dourada levantar um pouco mais seu braço e continuar o movimento como se fosse ele atacando. A espada se quebrou e a cabeça da criatura voou para o lado quando a Ceifadora do Guerreiro terminou o movimento. Em puro reflexo Thor ainda acertou a cabeça que ia em sua direção esmigalhando contra a parede. Erik olhou para a mulher que rasgava parte do vestido para estanca o ferimento em seu braço que ele não avia percebido ter feito e logo depois esse se fechou quase instantaneamente. Apesar de sem cabeça eles puderam constatar que era um demônio, mas a mulher disse que era apenas um dos que atacaram. Com muito medo ela disse que esperaria eles ali, casso fosse preciso ela correria ate onde eles estavam.

O lugar parecia ter mais passagens e ramificações mais eles resolveram seguir as tochas e o calor que emanava do corredor iluminado. Alguns metros à frente eles se depararam com uma grande galeria, do seu lado esquerdo era possível ver um rio de lava correndo que iluminava todo o lugar com uma mórbida luz vermelha. A frente dele tinha um enorme pentagrama que brilhava e em cada ponta demônios com as palmas das mãos viradas para cima como que em oração. Na ponta mais distante um deles que era bem maior estava vestido um robe e era impossível ver ser rosto.

—Humanos tolos. Vieram para aqui para morrer?—sua voz ecoou pelo lugar seguido de uma sinistra gargalhada.

—Lavaremos a terra com seu sangue besta maldita. —respondeu Black Falcon ainda sentido aquele poder por todas as partes do seu corpo.

—Tolos vocês não são nada para mim. Mate-os! O ritual não deve ser interrompido. —e em resposta as criaturas saíram do pentagrama avançando contra eles com suas garras.


O primeiro avançou contra Hawke que com um giro da espada acertou o abraço da criatura que recuou gritando e segurando o ferimento. O segundo foi para cima do Bárbaro que ate então vinha na retaguarda mais agora avançava com os martelos gritando.

—Hoje vocês levaram um nome para o inferno. E ele se chama Thor Bijorn o Quebrador de Ossos.

Ele bateu com os dois martelos um de cada lado na cabeça da criatura fazendo com que ela literalmente explodisse. O impacto foi tão grande que Erik pode ver uma onda de choque dourada e sagrada se propagando e acertando as paredes da galeria.  Com o eco pedras e algumas estalactites começaram a cai com o leve tremor provocado pelo som.

O segundo que vinha atrás de desvia de Thor e vai atacar paladino. Sua garra rasga a armadura frontal acertando seu peito. Ele tenta um ataque acertando o demônio com uma estocada, mais esse ainda o acerta em resposta fazendo mais sangue jorrar. Por fim ele finta a criatura e em um movimento rápido atravessa seu adversário que cai sem vida a seus pés. Ele começa fazendo uma oração para cura seus ferimentos mais esses como por milagre se fecham instantaneamente. Ele sente ser imbuído com aquele poder divino de antes.

Hawke queria acabar com aquilo rapidamente. Um vinha em sua direção e ele percebeu com sua visão periférica o que estava sem braço saltar sobre ele. Rapidamente ele apoio o escudo no chão se abaixando e seu adversário passou por cima dele, seria algo normal para qualquer um mais não para alguém que usava uma armadura completa. Ainda abaixado ele salta e estica seu braço para frente em um movimento giratório com a espada atacando o demônio por baixo. O movimento foi perfeito. Ele expos as entranhas do demônio e um sangue fedido jorrou em seu rosto. Ela caiu para trás morta. Mais ele percebeu que o sangue que escorria por dentro de sua armadura pelo braço do escudo era seu, ele avia sacrificado sua defesa por um golpe perfeito. Sentiu dor ao levantar seu pesado escudo.

O Bárbaro resolveu atacar o demônio que faltava e abrindo os braços para dar seu golpe ele ficou paralisado ao dar dois passos dentro do pentagrama. Parecia uma estatua de braço abertos sem poder falar uma palavra. Black Falcon apesar de querer ajudar seu amigo percebeu que o pentagrama era uma armadilha magica, ficando sem opções naquele momento.

—Vocês já me fizeram perde muito tempo iram morrer agora—disse enquanto abaixava o capuz e todos puderam ver os chifres demoníacos dele. Ele retirou mais uma adaga sinuosa no sinto e vinha girando elas entre os dedos na direção de Thor.


O Paladino percebeu que alguém imbuído de poder divino como ele não seria afetado pelo símbolo. Mais em vez de correr para ajuda-lo ele caminhou calmamente e deu uma ordem ao demônio quase perto de Thor.

—Ajoelhasse agora criatura vil. Eu Erik o Paladino do Deus único o ordeno. —tendo certeza de seu sucedo. 

Mais a criatura riu. Pra ela ele não passava de um patético e desesperado humano. E em resposta para o horror de todos cravou as duas adagas nos peitos de Thor Bijorn. Esse não emitiu nenhum som mais seus olhos demostrava uma dor lancinante.

—Covarde!—bradou Hawke. —Velha me enfrentar.

—É o que eu estou fazendo guerreiro. —respondeu. E metendo a mão por trás das costas retirou uma espada serrilhada que rasgou seu robe mostrando todo seu monstruoso corpo. Ele avançou para o Guerreiro tendo o paladino paralisado sem entender oque acontecia. Mais antes que ele saísse do pentagrama ele ouviu um berro. Era o Quebrador de Ossos que contraria todos seus músculos a ponto de agora consegui gritar. Sentiu seus dentes trincarem e suas veias saltarem e aos poucos foi conseguindo fechar os braços. As adagas foram sendo ejetadas de seu peitoral ate cair no chão quando seus martelos finalmente se tocaram. O pentagrama que era um selo magico começou a piscar e se quebrou. O Demônio ficou surpreso com tanta força física como mental para tal feito.

—Venha me enfrentar maldito. Hoje você levara meu nome devota para o inferno.

—É mais resistente que eu pensava. Mais será o primeiro a morrer por ter quebrado meu circulo. —e avançou com sua enorme espada.

O Paladino vendo aquilo avançou com toda sua força atacando com o escudo a fim de derruba-lo. Mas foi como bater em uma parede de concreto. Ele cambaleou alguns passos para traz quase caindo depois da sua investida mal sucedida. O demônio atacou mais Thor se esquivou e em resposta acertou em cheio o peito do demônio que foi jogado pra trás com o impacto. Hawke atacou por trás e sua lamina desceu pelo ombro ate a metade do dorso do demônio que caiu inerte. Em fúria o Bárbaro ficou batendo na cabeça sem vida ate resta nada mais que uma mancha vermelha em um buraco no chão de pedra. Quando ele se acalmou Erik se aproximou e tocou em um de seus ferimentos fazendo uma oração. Bijorn começava a sentir dor agora que seu sangue esfriava seu apetite por destruição. Quando o Paladino tocou o ferimento do outro lado ambos começaram cicatrizar divinamente. O guerreiro tirou de sua mochila um frasco que ao retira a rolha uma leve fumaça avermelhada saiu, após bebê-lo ele parecia esta bem melhor com seu braço.

Eles saíram da imensa galeria e voltaram para onde a jovem havia ficado. Ao chegar viram uma sena bem peculiar. O local agora estava cheio de velas e ela fazia algum tipo de ritual já que a sua frente havia um pequeno pentagrama com alguns objetos dentro. Ela estava nua e sua beleza tinha ao mesmo tempo graça e um ar profano. Ela se levantou alheia aos observadores e bebeu de um pote o que parecia ser sangue. Nesse momento Black Falcon viu a verdadeira forma dela. Era como se seus olhos vissem através do véu de beleza da súcubos. Nem mesmo o castro Paladino conseguia desviar o olhar daquela cena e ate o Bárbaro ficou de boca aberta olhando.


— É ela. Não deixe que termine o ritual. —gritou o Guerreiro.

—Eu já tenho poder suficiente agora. —e esticando as mãos raios saíram de seus dedos acertando Hawke que ficou paralisado gritando de agonia ao receber a descarga elétrica.

Seus companheiros despertaram e o Bárbaro foi o primeiro a correr para ela acertando um de seus martelos. Ela estava energizada e mesmo ele atacando com violência foi lançado para trás e cada martelo foi para um canto. O olhar dela se voltou novamente para Hawke que estava indefeso e enquanto ela levantava as mãos para uma descarga derradeira de raios uma espada atravessou seu peito e saiu. Ela ainda teve a chance de vira para o Paladino e olhar dentro dos seus olhos antes que esse dividisse a cabeça daquele belo corpo. Demorou alguns minutos para todos se estabilizarem novamente. A armadura de Hawke ficou esquisita por algum tempo como que se tivesse retido alguma carga de energia, Erik ajudava Thor a encontra seus martelos e Thor acabou encontrando também os corpos dos soldados de Leide Hannah Pussy. Hawke achou melhor apenas levar o elmo e a espada do capitão como prova já que os corpos estavam em estado de putrefação avançada.

Saindo da gruta que na verdade era uma caverna eles resolveram se banhar nas quentes águas dos Vales das Termas, antes da exaustiva  viagem de volta que levaria mais de uma semana.



FIM DA 2° SESSÃO 
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